segunda-feira, novembro 21

tortura da espera

"sentir como perda irreparável o acabar de cada dia. provavelmente é isto a velhice."

e um amor desencontrado. que a cada dia que passa – longe – mais ininteligível aos teus olhos. a espera por ti nunca será. já a tomei como a minha sina.

domingo, novembro 20

rise with me forever

I'm waiting

I need you to be the one.

your beloved name, time and again, for forever

it's just no good anymore since you went away, now I spend my time just making rhymes of yesterday

one is the saddest experience

I have crowned you as muse

besides your love I have no ocean.

em repetição ininterrupta:

your beloved name

?

olho as folhas que restam nas árvores lá fora. são escassas. serão uma metáfora do tempo que tenho? serão uma metáfora bem visível do tempo que me resta? elas, as folhas, caem e eu também. faltam poucas nas árvores, a agarrar-se com toda a força. resta-me agora saber se sou uma árvore que morreu ou uma árvore que tem a oportunidade de continuar a crescer, florir, dar fruto num ciclo perpétuo. afinal há sequóias que vivem por milénios. sabe deus o quanto desejo essa vida toda que existe em mim. esse amor todo que existe em mim, sem fim, maior do que a vida que me é concedida neste mundo. uma. uma só vida. e eu a gastá-la aqui, sentada na cozinha a olhar as árvores e sentir por elas pena, quando sei que elas terão outra primavera. e eu não sei se terei essa primavera ou se apenas me resta o pior dos invernos mais frios, tempestosos e impiedosos sem fim.

lullaby #93, de novo


Let's turn it into something we can change

eternidade não nos existe,


e por causa disto eu aceito uma só vida.

força

lullaby #92


porque és real.

lullaby #91

sábado, novembro 19

lullaby #90

that's that

that's that

pois eu ansiava por uma eternidade ao teu lado, mas ter-me-ia contentado com uma vida só.

sexta-feira, novembro 18

lullaby #89

lullaby #88

lullaby #87