sexta-feira, novembro 6

das coisas que não posso dizer

quinta-feira, novembro 5

lullaby #62

quarta-feira, novembro 4

lullaby #61

sexta-feira, setembro 25

unphotographed #2

Sentia uma neura injustificada. Entrei no pátio do meu prédio e logo vi um papel no chão. Peguei nele. Era um coração, mal cortado, desajeitadamente pintado a lápis de cor. Guardei-o, qual laço branco, na minha carteira, como lembrete de sacudir a neura parva que vá sentindo.

unphotographed #1

Tinha pressa de apanhar o metro. Aqui tem estado frio, vesti o único casaco que não está empacotado nas caixas à espera de serem abertas na minha sala e saí num ápice. Caía uma mistura chuva-molha-tolos e umas pingas mais carregadas e então abri o guarda-chuva. O único guarda-chuva aberto em toda a Invalidenstraße. Parei na passadeira à espera que o vermelho virasse verde. Ao longe uma menina correu na minha direcção e parou ao meu lado. Estendeu os braços à sua frente e via as pingas a espalharem-se nas suas mãos. Que ternura. Voltou-se para mim, sorridente, a mostrar-me as suas mãos. Sorri de volta e, como ainda não domino a sua língua, com um gesto ofereci-lhe espaço para se abrigar debaixo do guarda-chuva. Acenou um "não" agradecido. E assim ficámos as duas voltadas para o semáforo ainda à espera da autorização para atravessar a estrada.

quinta-feira, agosto 27

to the sleeping giants

àqueles que optam pelo nada: guardo-vos no meu pensamento.

quinta-feira, julho 30

an eye for an eye

I don't know quite who I am, oh but man I am trying
I make mistakes until I get it right
(...)
Oh! The calamity, I wanna go to sleep for an eternity
Who am I to deny myself a pawn?
Oh! The humanity, I wanna disappear into obscurity

quinta-feira, junho 11

lullaby #60

da minha pessoa preferida:

eu não sei quem sou, mas vou pensar nisso em agosto.

sábado, junho 6

lullaby #59


 do meu centro de gravidade permanente e das sessões de dança disparatada ao som do Franco.