fico estarrecida perante a força imperativa de duas palavras após milhares delas trocadas. tudo se vai, se esgota, passa a memória, esbatida e indesejada. o que resta são
as duas palavras. em constante repetição. agora mais graves. agora mais altivas. agora mais
in su por tá veis.
agora não há silêncio. haverá um dia.