sexta-feira, dezembro 4
quarta-feira, novembro 25
sexta-feira, novembro 13
um telegrama para o além 11:30
Germaine, tenho pensado muito em ti. no quão bom teria sido veres-me crescer de menina a mulher. teria sido um prazer conhecer-te a fundo, contares-me da tua história e da tua vida. tenho pensado que temos tanto que nos une. como o nosso sangue - literalmente - e como isso nos definiu. como os nossos sonhos que nos levam a lugares estranhos e que mais tarde se tornam reais. sinto-me só, longe da família de quem amo e desencontrada de outros por motivos tão mesquinhos. guardo muita saudade tua e, felizmente, algumas memórias de um lugar na minha vida onde fui verdadeiramente feliz contigo ao meu lado. guardo o desejo irrealizável de termos tido mais tempo juntas. mas hoje, acima de tudo, guardo que não seja irrealizável que me ouças.
levo-te sempre comigo.
levo-te sempre comigo.
quinta-feira, novembro 12
segunda-feira, novembro 9
sexta-feira, novembro 6
quinta-feira, novembro 5
quarta-feira, novembro 4
sexta-feira, setembro 25
unphotographed #2 10:31
Sentia uma neura injustificada. Entrei no pátio do meu prédio e logo vi um papel no chão. Peguei nele. Era um coração, mal cortado, desajeitadamente pintado a lápis de cor. Guardei-o, qual laço branco, na minha carteira, como lembrete de sacudir a neura parva que vá sentindo.
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unphotographed #1 10:24
Tinha pressa de apanhar o metro. Aqui tem estado frio, vesti o único casaco que não está empacotado nas caixas à espera de serem abertas na minha sala e saí num ápice. Caía uma mistura chuva-molha-tolos e umas pingas mais carregadas e então abri o guarda-chuva. O único guarda-chuva aberto em toda a Invalidenstraße. Parei na passadeira à espera que o vermelho virasse verde. Ao longe uma menina correu na minha direcção e parou ao meu lado. Estendeu os braços à sua frente e via as pingas a espalharem-se nas suas mãos. Que ternura. Voltou-se para mim, sorridente, a mostrar-me as suas mãos. Sorri de volta e, como ainda não domino a sua língua, com um gesto ofereci-lhe espaço para se abrigar debaixo do guarda-chuva. Acenou um "não" agradecido. E assim ficámos as duas voltadas para o semáforo ainda à espera da autorização para atravessar a estrada.
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quinta-feira, agosto 27
quinta-feira, julho 30
an eye for an eye 09:59
I don't know quite who I am, oh but man I am trying
I make mistakes until I get it right
(...)
Oh! The calamity, I wanna go to sleep for an eternity
Who am I to deny myself a pawn?
Oh! The humanity, I wanna disappear into obscurity
quinta-feira, junho 11
sábado, junho 6
lullaby #59 20:42
do meu centro de gravidade permanente e das sessões de dança disparatada ao som do Franco.
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sexta-feira, maio 29
quinta-feira, maio 28
da pressa e das saudades tuas: 15:50
conto os dias que passam sem saber quantos mais estão pela frente. sou uma pressinha, mas por agora não há desenvoltura que me valha.
segunda-feira, maio 25
quarta-feira, maio 20
terça-feira, maio 19
"onde é aqui?" 14:31
tenho comigo uma chave de uma porta que está a mais de 2000km daqui. em breve serei eu a estar a essa distância e o "daqui" passará a ser "daí". os deíticos continuam a tramar-me.
kurz und klar 14:18
(...) thinking that if people were rain, I was drizzle and she was hurricane.
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john green
sexta-feira, maio 15
segunda-feira, maio 11
sexta-feira, maio 8
on feelings and decisions: 15:24
Love is a decision, it is a judgement, it is a promise. If love were only a feeling, there would be no basis for the promise to love each other forever. A feeling comes and it may go. How can I judge that it will stay forever, when my act does not involve judgement and decision.
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Erich Fromm
quarta-feira, março 18
segunda-feira, março 16
sábado, fevereiro 28
domingo, fevereiro 22
quinta-feira, fevereiro 19
sábado, fevereiro 14
sábado, fevereiro 7
terça-feira, janeiro 27
segunda-feira, janeiro 26
sexta-feira, janeiro 23
what am I? 21:13
An inventory of your memory
Is it still the same as yesterday
A simple useless allegory
My mist believes every lie
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arranged waves,
stephen steinbrink









