domingo, julho 31
de um lado mostram-me que a vida não é uma máquina em que se insere virtude e somos recompensados com felicidade. de outro é a possibilidade de nos sentarmos na paragem de autocarro que foi desactivada na certeza de que ele vem.
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terça-feira, julho 19
entre as tuas barbas de alvura 17:09
O nome é para nós como uma luz
com dureza na testa colocada.
Então se dobrou meu rosto puro
perante este juízo maduro
e viu-te (e desde então isso é coisa falada)
grande peso crepuscular
em mim e no mundo a assentar.
Do tempo me dobraste lentamente
em que ascendia hesitantemente;
curvei-me depois de alguma oposição
agora dura tua escuridão
e a tua vitória suavemente.
Agora sou teu e não sabes quem sou
pois teus amplos sentidos podem ver
apenas que o escuro me transformou.
Seguras-me com estranha ternura
e escutas minhas mãos no seu mover
entre as tuas barbas de alvura.
com dureza na testa colocada.
Então se dobrou meu rosto puro
perante este juízo maduro
e viu-te (e desde então isso é coisa falada)
grande peso crepuscular
em mim e no mundo a assentar.
Do tempo me dobraste lentamente
em que ascendia hesitantemente;
curvei-me depois de alguma oposição
agora dura tua escuridão
e a tua vitória suavemente.
Agora sou teu e não sabes quem sou
pois teus amplos sentidos podem ver
apenas que o escuro me transformou.
Seguras-me com estranha ternura
e escutas minhas mãos no seu mover
entre as tuas barbas de alvura.
Rainer Maria Rilke, O Livro de Horas (p. 117)
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segunda-feira, julho 18
os dias passam tão devagar, os dias passam tão devagar. tu foste embora e não vais voltar.
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pega monstro
segunda-feira, julho 11
domingo, julho 10
quinta-feira, julho 7
terça-feira, julho 5
e desta vez sei que vou delirar. 16:36
estes polaroids deram-me vontade de revisitar o filme, tantos anos volvidos.












