quarta-feira, março 30
terça-feira, março 29
é, é 17:52
aqui sou sempre menos do que sou com vocês... diminuo! nestas alturas, o Porto deixa de ser grande, sentir-se sozinho é igual em toda a parte não é?
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sabedoria popular
sabedoria popular 12:00
aprender a não dar espaço àqueles que não querem ficar para além dos senãos.
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o novilho de espelhos não navalga, cavega. 10:39
O navio de espelhos
não navega, cavalga
Seu mar é a floresta
que lhe serve de nível
Ao crepúsculo espelha
sol e lua nos flancos
Por isso o tempo gosta
de deitar-se com ele
Os armadores não amam
a sua rota clara
(Vista do movimento
dir-se-ia que pára)
Quando chega à cidade
nenhum cais o abriga
O seu porão traz nada
Nada leva à partida
Vozes e ar pesado
é tudo o que transporta
E no mastro espelhado
Uma espécie de porta
Seus dez mil capitães
Têm o mesmo rosto
A mesma cinta escura
O mesmo grau e posto
Quando um se revolta
Há dez mil insurrectos
Como os olhos da mosca
Reflectem os objectos
E quando um deles ála
o corpo sobre os mastros
e escruta o mar do fundo
Toda a nave cavalga
(como no espaço os astros)
Do princípio do mundo
até ao fim do mundo
não navega, cavalga
Seu mar é a floresta
que lhe serve de nível
Ao crepúsculo espelha
sol e lua nos flancos
Por isso o tempo gosta
de deitar-se com ele
Os armadores não amam
a sua rota clara
(Vista do movimento
dir-se-ia que pára)
Quando chega à cidade
nenhum cais o abriga
O seu porão traz nada
Nada leva à partida
Vozes e ar pesado
é tudo o que transporta
E no mastro espelhado
Uma espécie de porta
Seus dez mil capitães
Têm o mesmo rosto
A mesma cinta escura
O mesmo grau e posto
Quando um se revolta
Há dez mil insurrectos
Como os olhos da mosca
Reflectem os objectos
E quando um deles ála
o corpo sobre os mastros
e escruta o mar do fundo
Toda a nave cavalga
(como no espaço os astros)
Do princípio do mundo
até ao fim do mundo
O Navio de Espelhos, de Mário Cesariny
ainda não sei o que achar do facto de ter de saber este poema de cor.
vamos fazer uma roda de choro 10:25
acordei para ver este vídeo que me tinham deixado pela noite. não sabia o que era, saltei imediatamente para os 3:11 e fui assaltada por esta versão orquestrada do Tico-Tico no Fubá. lembrei-me de procurar a versão da Maria João. em vão. mas não podia deixar de recorrer, então, à prestação quase sobre-humana Carmen Miranda nesta versão:
- why can't you say anything? one thing, that makes me feel better. 10:07
- There are no shortcuts, Sarah. In life, or in love. This pain must be felt. The alternative is much worse. Is what makes us special. What makes us beautiful, what makes us worthy. The pain of how we love. But that pain is accompanied by something else, isn't it? Hope. With pain there is hope. And that is where you are. Somewhere between agony, optimism and prayer. So, you're human. You are alive. And that's what we have.
Brothers and Sisters
(sim, vou ocupando as minhas horas vagas com a série, shoot me)
passa-me a bazuca, Isabel 00:58
A film about the human drive to destroy and the absurd entertaining value that's attached to it.
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le cinéma
segunda-feira, março 28
quarta-feira, março 23
quero #5 13:44
nova colecção de livros de receitas, cujas lindas capas são desenhadas por Coralie Bickford-Smith. nem a propósito da nossa conversa, deusi!
para mas adquirirem aqui.
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